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PREFEITURA DE RIFAINA MANTÉM ISOLAMENTO NA PRAIA E CALÇADÃO E PEDE QUE PESSOAS “FIQUEM EM CASA”

Neste início de fim de semana prolongado, apesar das restrições, cidade recebe centenas de turistas, mas praia está fechada
PUBLICADO EM 10/04/2020

A Prefeitura de Rifaina está demonstrando enorme preocupação com a presença de centenas de pessoas que chegaram de várias partes da região ao balneário neste início de final de semana prolongado que, a exemplo de outras cidades do Estado de SP está cumprindo o período de quarentena com forma direta de combate ao coronavírus.

A presença de inúmeras pessoas que acreditam que a cidade seria um ponto ideal para descanso e imunidade contra a doença, levou a Prefeitura a emitir alertas de que a prática não é ideal e que, a exemplo do que pregam as autoridades de Saúde, o ideal é que as pessoas permaneçam em suas casas, sem maiores riscos de transmitir ou pegar o vírus da gripe.

Muitos ranchos da cidade têm sido abrigo para pessoas de Franca e outras cidades da região neste momento de isolamento, mas a chegada de um grande número de turistas nesta quinta-feira à noite e no começo da manhã de hoje causa enorme preocupação à administração da cidade.

“Os turistas estão vendo Rifaina como uma alternativa para a distração e lazer num momento em que todos deveram permanecer em suas casas, diminuição dos riscos de transmissão do vírus do COVID-19, mas a cidade acaba exposta a um risco indevido de registrar eventuais casos da doença neste período em que o isolamento social é a melhor alternativa para se diminuir os riscos de transferir a doença para outros”, disse o Coordenador do Grupo de Trabalho da Prefeitura contra o Coronavírus”, Alcides Diniz dos Santos – Cidinho - Chefe de Gabinete da Prefeitura.

As medidas preventivas à doença continuam em vigor em todo o Município de Rifaina, com o fechamento de bares, lanchonetes, restaurantes e estabelecimentos cujo funcionamento não causa maiores riscos de transmissão da doença e que trabalham com a obrigatoriedade de isolamento.

A Polícia Militar, a Guarda Civil, Guarda-Vidas e seguranças contratados têm atuado de forma a impedir, por exemplo, o acesso à Praia, às Marinas (guarda-barcos), à Rampa de Acesso ao Rio Grande, de forma que todos aqueles que estão chegando à cidade para se divertir não terão acesso aos pontos principais de entretenimento e diversão da cidade.